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Mostrando postagens com o rótulo Religião

IRA - Exército Republicano Irlandês (1919-2005)

O Irish Republican Army, em inglês, é o Exército Republicano Irlandês, mas conhecido como IRA que, foi um grupo paramilitar católico - fundado por Michel Collins - criado em 1919 e tinha o objetivo de separar a Irlanda do Norte - de possessão britânica desde 1921 - e anexar à República da Irlanda. O IRA (Irlanda) virou inimigo do Sinn Fein (Irlanda do Norte), passou a atuar com características de terrorismo. Com apoios dos grupos, a Irlanda (Eire), consegue a independência contra os britânicos. A Irlanda do Norte (Uslter) era de maioria cristã protestante e os irlandeses católicos se viam subjulgados pela dominação do Uslter e por isso lutavam por melhores condições de vida. O Partido Unionista passou a convocar voluntários contra o IRA, liderado por Ian Paisley, e a Força dos Voluntários Ulster, também praticavam atos terroristas. Em 1972, ocorreu o Domingo Sangrento (Blood Sunday), e cerca de 13 jovens foram assassinados e 14 foram feridos pelas forças inglesas. Esse epis...

Perseguição chinesa contra os povos Uighurs

  O povo uigure (Uighur) são muçulmanos de origem turcomana, praticam o islamismo e ocupam o noroeste chinês, na província de Xinjiang - independente no começo do século XX -, porém, tem mais ligações com os povos da Ásia Central. A região foi anexada à China em 1949. O Partido Comunista chinês incentivou a migração da etnia han, que em 2019, contava com 41% da população, contra 45% de uigures. Em Urumqi, capital da província, é de maioria han. O movimento de independência ocorreu após a queda da URSS, em que, países como Tadjiquistão, Quirguistão e o Cazaquistão se tornaram ex-repúblicas soviéticas. Os separatistas atacaram a população han, as tropas de ocupação chinesa e os serviços públicos. A população han ocupam os empregos públicos e boicotando a cultura uigure. A repressão chinesa começa a endurecer, contra os separatistas, e até mesmo, como todo o povo uigure. Cerca de 10 milhões de uigures estão sujeitos à perseguição do governo chinês. Nos anos 1980, a China...

Tibet - A luta por independência

  O extenso território tibetano se encontra num planalto ao redor da cadeia do Himalaia. O Tibet foi um estado independente entre 1911 a 1959, quando embora a China reivindicasse o domínio do território desde o século XIII. Os tibetanos sempre contestaram essa hipotética dominação chinesa. A organização social tibetana presenciava a teocracia. Com a ocupação da China Popular, no ano de 1949, aconteceram vários eventos: foi desfeita a aristocracia local; a escravidão e o culto religioso foram abolidos; a terra foi distribuída; e a capital Lhasa foi considerada uma região autônoma e milhares de chinês da etnia han passaram a ocupar a região. As forças separatistas tinha o Exército de Defesa da Religião lutavam contra as forças de ocupação e àqueles prós-anexação chinesa. O exército vermelho de Mao Tsé-Tung (1893-1976) esmagou o movimento separatista. O líder espiritual, Dalai Lama, foi exilado no exterior. Na década de oitenta, após ondas de protestos por democracia na ...

Anti-Balaka X Sélékas - Conflito étnico religioso na República Centro-Africana

Em 2013, a milícia muçulmana Séléka, deram um golpe contra François Bozizé e que suscitou a ascensão ao poder de Michel Djotodia. Com esse fato, surge a milícia cristã e animistas anti-Balaka — partidários ligados ao ex-presidente François Bozizé -, lançando diversas ofensivas contra os séléka e a população muçulmana. O Tribunal Penal Internacional, TPI, 2014 levou ao julgamento vários líderes dos dois grupos por envolvimento em crimes de guerra contra a humanidade. Os delitos do Anti-Balaka incluem: assassinatos de civis, pilhagem, recrutamento de crianças soldados, deportação forçada e estupro. Os delitos dos Sélékas: assassinato, mutilação, tortura, ataques intencionais a civis e aos envolvidos com assistência humanitária. Cerca de 15% da população era muçulmana, 25% católica, 25% protestante e 35% seguidora de crenças locais. Há mais de 18 milícias rebeldes no território da RCA, num país cheio de florestas. A responsabilidade da segurança do país é da MINUSCA (2014) que...

Mianmar - Soldados confessam limpeza étnica contra o povo Rohingya

    Recentemente, no dia 13 de setembro de 2020, o jornal New York Time divulgou uma notícia em que soldados miamenses confessaram que cometeram atos de violência contra a população Rohingya. Os soldados disseram que cometeram massacres contra a minoria étnica Rohingya, além de espancamentos, queimadas de casas, destruição de lavouras, estupros e expulsam da população dos vilarejos. Assolado pelo medo e violência, o povo Rohingya, expulsos de suas terras, tiveram de fugir do país. O genocídio teve caráter político empresarial e religioso. As execuções em massa começaram em agosto de 2017, quando o Exército invadiu vilarejos e cometeram crimes de guerra. O mundo ocidental e oriental pouco falaram dessa tragédia. Mais de 700 mil Rohingyas tiveram de fugir de Mianmar, país esse que os não reconhecia. Milhares de Rohingya fugiram para Bangladesh, onde se encontra o maior campo de refugiado em Cox's Bazar. O número de Rohingya que chegam à Indonésia aumenta todos os dias,...

Takfirismo

  O Islã político almeja um projeto de poder material terreno. Tem o objetivo de estabelecer a religião na sociedade, criar o Estado perante prática teológica e religiosa, nos preceitos da Sharia.  Após a morte do Profeta Maomé, o islamismo se dividiu nas correntes islâmicas: sunitas e xiitas que se estendem às várias ramificações e correntes ideológicas dentro do islamismo, ao ponto de chegarem ao fundamentalismo religioso como o Takfirismo, Salafismo e o Wahabismo. Vários foram os movimentos de resistência islâmica contra os impérios Turco-Otomanos e colonizadores europeus, no mundo árabe, séculos passados. A corrente islâmica do Takfirismo, que em árabe significa “aquele que renega Deus”, é a das correntes mais radicais do islamismo. Os defensores da pureza no islã consideram hereges e infiéis todos que não seguem a linha wahabita.  Sua militância impõe a “aquele que não se convertem ao islamismo deverá morrer”, indo contra os princípios islâmicos de liberdade religios...

Wahabismo - corrente fundamentalista islâmica e a origem do Reino da Arábia Saudita

O wahabismo é um movimento religioso ultraconservador. Na corrente sunita, sua interpretação do al-corão é baseada nos princípios da Lei Islâmica, a Sharia. O fundamentalismo religioso remete o salafismo por volta do século XVIII resgatado por Muhammad bin Abd Al Wahhab (1703-1792), criador da corrente mais radical do islamismo.   Para o Muhammad, o muçulmano tinha deixado de seguir as mensagens do islã de forma verdadeira e queria purificar os "infiéis". Em 1744, o Ibn Saud, reinava o Califado e Muhammad pregava o “verdadeiro islã”, unindo a religião e política com o Reino de Saud. O sonho de um Califado muçulmano wahabita levou a várias peregrinações e conquistas de cidades da península arábica que estava sob domínio do Império Otomano. O Corão e a Sunna (costumes na escrita do profeta Mohamed), é baseado na “testemunha de fé”. A religião passa a ter um caráter mais político e a conquista de territórios ocorrem durante todos os séculos seguintes. No século XVIII, seguindo u...

Países menos religiosos

  Dando continuidade à pesquisa sobre os países mais e menos religiosos de acordo com a WIN/Gallup. Os dados foram obtidos da pesquisa feita em 2005, em 65 países, com 64 mil entrevistados. Após o Pew Research Center anunciar que o islamismo iria passar o cristianismo, em total de adeptos, no ano de 2100, a WIN/Gallup resolveu fazer a pesquisa para saber quais são os países mais e menos religiosos. O país mais religioso é a Tailândia, com 93% dos entrevistados e a menos religiosa é a China, com 7% do declararam terem alguma crença. Na América Latina, o Peru e a Colômbia tiveram 82% da população com algum credo. A Argentina e o México tiveram as maiores altas dos ateus. Com 79% da população tendo uma crença, o Brasil ficou em 23º lugar no ranking da pesquisa. Sem perguntar aos entrevistados qual seria sua religião, segundo o levantamento da pesquisa da WIN/ Gallup, os países menos religiosos são: China (7%) Japão (13%) Suécia (19%) República Tcheca (23%) Países Baixos (...

Países mais religiosos

  Sem perguntar aos entrevistados qual seria sua religião, segundo o levantamento da pesquisa da WIN/ Gallup, os países mais religiosos são: Tailândia (94%) Armênia (93%) Bangladesh (93%) Geórgia (93%) Marrocos (93%) Fiji (92%) África do Sul (91%) Argélia (90%) Quênia (89%) Macedônia do Norte (88%) A WIN/ Gallup Internacional é uma associação sediada em Zurique e que tem agências espalhadas em vários países. Usando técnicas de pesquisa, fontes estatísticas, costumes e diferenças culturais, estando na vanguarda nos métodos de pesquisas mundiais podendo favorecer o interesse dos mercados internacionais.     6 de outubro de 2020  

Países teocráticos

    Países que adotam a teocracia como sistema de governo. De origem grega, a palavra teocracia significa "governo divino", em que as leis do país é fundamentado numa doutrina religiosa. As religiões predominantes na teocracia são o islamismo e o cristianismo.   Os exemplos de países teocráticos com base no al-corão: Mauritânia; Sudão; Yemen; Arábia Saudita; Irã; Afeganistão;   Países teocráticos com base na bíblia:   Vaticano.   5 de outubro de 2020