Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Genocídio

Pol Pot e o Khmer Vermelho (1975-1979)

No ano de 1975, após mais de 5 anos de luta contra o governo de Lol Nol, o Khmer Vermelho chega à capital cambojana, Phnom Penh e toma o poder. O Partido Comunista do Camboja toma o poder e rebatiza o país de Kampuchea Democrático, que durou de 1975 a 1979. Pol Pot, nasceu em 1925, numa Camboja sob ocupação francesa e fazia parte de uma família de agricultores de arroz. Em 1949, estudou radio eletricidade em Paris. Em seu retorno, entrou para o Partido Comunista Clandestino, fazendo oposição ao rei Sihanouk. O Pol Pot e o Khmer Vermelho, após derrubar o governo de Lol Nol, evacuou os habitantes da capital do país e deu um prazo de 72 horas para as pessoas deixarem a cidade. O agora líder do KM, Pol Pot queria uma revolução de caráter rural e forçou a população ir para o campo. O modo ocidental de pensar teria de ser abolido na revolução. Artigos secretos dizem que os EUA ajudaram o Khmer Vermelho com o intuito de ajudar os estadunidenses na guerra do Vietnã. Os professores,...

Perseguição chinesa contra os povos Uighurs

  O povo uigure (Uighur) são muçulmanos de origem turcomana, praticam o islamismo e ocupam o noroeste chinês, na província de Xinjiang - independente no começo do século XX -, porém, tem mais ligações com os povos da Ásia Central. A região foi anexada à China em 1949. O Partido Comunista chinês incentivou a migração da etnia han, que em 2019, contava com 41% da população, contra 45% de uigures. Em Urumqi, capital da província, é de maioria han. O movimento de independência ocorreu após a queda da URSS, em que, países como Tadjiquistão, Quirguistão e o Cazaquistão se tornaram ex-repúblicas soviéticas. Os separatistas atacaram a população han, as tropas de ocupação chinesa e os serviços públicos. A população han ocupam os empregos públicos e boicotando a cultura uigure. A repressão chinesa começa a endurecer, contra os separatistas, e até mesmo, como todo o povo uigure. Cerca de 10 milhões de uigures estão sujeitos à perseguição do governo chinês. Nos anos 1980, a China...

Mianmar - Soldados confessam limpeza étnica contra o povo Rohingya

    Recentemente, no dia 13 de setembro de 2020, o jornal New York Time divulgou uma notícia em que soldados miamenses confessaram que cometeram atos de violência contra a população Rohingya. Os soldados disseram que cometeram massacres contra a minoria étnica Rohingya, além de espancamentos, queimadas de casas, destruição de lavouras, estupros e expulsam da população dos vilarejos. Assolado pelo medo e violência, o povo Rohingya, expulsos de suas terras, tiveram de fugir do país. O genocídio teve caráter político empresarial e religioso. As execuções em massa começaram em agosto de 2017, quando o Exército invadiu vilarejos e cometeram crimes de guerra. O mundo ocidental e oriental pouco falaram dessa tragédia. Mais de 700 mil Rohingyas tiveram de fugir de Mianmar, país esse que os não reconhecia. Milhares de Rohingya fugiram para Bangladesh, onde se encontra o maior campo de refugiado em Cox's Bazar. O número de Rohingya que chegam à Indonésia aumenta todos os dias,...