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Mostrando postagens com o rótulo USA

Pol Pot e o Khmer Vermelho (1975-1979)

No ano de 1975, após mais de 5 anos de luta contra o governo de Lol Nol, o Khmer Vermelho chega à capital cambojana, Phnom Penh e toma o poder. O Partido Comunista do Camboja toma o poder e rebatiza o país de Kampuchea Democrático, que durou de 1975 a 1979. Pol Pot, nasceu em 1925, numa Camboja sob ocupação francesa e fazia parte de uma família de agricultores de arroz. Em 1949, estudou radio eletricidade em Paris. Em seu retorno, entrou para o Partido Comunista Clandestino, fazendo oposição ao rei Sihanouk. O Pol Pot e o Khmer Vermelho, após derrubar o governo de Lol Nol, evacuou os habitantes da capital do país e deu um prazo de 72 horas para as pessoas deixarem a cidade. O agora líder do KM, Pol Pot queria uma revolução de caráter rural e forçou a população ir para o campo. O modo ocidental de pensar teria de ser abolido na revolução. Artigos secretos dizem que os EUA ajudaram o Khmer Vermelho com o intuito de ajudar os estadunidenses na guerra do Vietnã. Os professores,...

Guerra do Vietnã (1955-1975)

A Guerra do Vietnã ( 1955-1973 ) aconteceu entre o Vietnã do Norte (Comunista) e o Vietnã do Sul (capitalista). Os aliados do Vietnã do Norte eram a antiga União Soviética e a China. O Vietnã do Sul tinha os Estados Unidos como seu principal aliado. Os norte-americanos entraram na guerra diretamente em 1968. Os vietcong (comunistas) usavam táticas de guerrilha. Eram agricultores, em sua maioria. Os Estados Unidos temiam o avanço dos vietcongs à Saigon. Os norte-americanos usaram napalm - ou agente laranja, arma química - que derrubavam as folhas das árvores, e acabavam queimando os civis. Mais de 58 mil soldados norte-americanos foram mortos, além de forças aliadas. Há uma estimativa de mais de um milhão de vietnamitas mortos. Vários civis foram mortos, por bombardeio aéreo e a sangue frio. As forças estadunidenses, com suas armas M16, não foram o suficiente para lutar na densa florestas do Vietnã contra os guerrilheiros vietcongs. Escondidos em túneis, e fazendo emboscadas, os vie...

Invasão dos Estados Unidos no Panamá (1989)

  No dia 20 de dezembro de 1989, as tropas norte-americanas 🇺🇸 desembarcava no Panamá 🇵🇦, na operação "Cause Just". O efetivo de 27 mil soldados tinha como objetivo, a captura de Manuel Antônio Noriega (1983-1989), considerado o último ditador na América Latina. Os tanques e helicópteros sobrevoavam a capital da cidade do Panamá, soldados desfilavam nas ruas enquanto revistavam transeuntes. O Noriega foi um ex- colaborador da CIA, chegando ao poder em 1983. Acusado de narcotráfico, nos anos seguintes; o então George Bush (pai) decide intervir no Panamá. Havia outras intenções norte-americanas no país, como ocupar e ter a concessão do canal do Panamá. Além de, tentar combater os Sandinistas, na vizinha Nicarágua. Cerca de 500 mortes foram contabilizadas, porém, os panamenhos dizem ser de milhares de vítimas, devido à invasão das tropas estadunidenses. De aliado dos norte-americano, Noriega passou 17 anos presos no Estados Unidos. A França 🇫🇷 quis condená-...

Invasão da Baía dos Porcos (1961)

  Em 1961, a invasão à Baía dos Porcos, em Cuba, foi uma missão fracassada da derrubada do governo socialista de Fidel Castro. No dia 17 de abril, combatentes treinados e armados pela CIA, O plano ficou conhecido como "Operação Magusto" e teve o aval do recém presidente norteamericano John Kennedy. Exilados, os anti-castristas contrarrevolucionários foram treinados na Guatemala e tinha sua sede em Miami, dando origem ao Conselho Revolucionário Cubano (CRC), na liderança de José Miró Cardona. O Che Guevara avisou ao Castro sobre o plano estadunidense de invasão, algo semelhante à invasão na Guatemala, em 1954. Um dia antes da invasão, Fidel Castro discursa para a multidão de cubanos e os convocam à resistir contra a intervenção do imperialismo estadunidense. No dia 17 de abril, aviões bombardearam alguns postos cubanos. Os cubanos eram treinados e equipados com armamento soviético. Cerca de 1300 exilados cubanos foram ao combate. Os navios da CRC encalharam nos arrecife...

10 anos de conflito na Síria (2021)

  Já se passaram 10 anos do início da guerra da Síria. O mês de março de 2011, dava o ponta pé na guerra civil, quando grupos rebeldes do exército livre da Síria, com ajuda dos Estados Unidos, pegaram em armas contra o regime de Damasco. A Primavera Árabe chegou na Síria e logo se transformou numa sangrenta guerra civil. De acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humano, quase 500 mil pessoas já morreram no conflito. Mais de 12 milhões de sírios tiveram de fugir do país (ACNUR). A Europa e os países vizinhos da Síria viveram a pior crise migratória e humanitária do século XXI. Aproveitando do caos geral, a Al-Qaeda e o DAESH ganhou força nos desertos e nas áreas petrolíferas do país. No ano de 2015, o Kremlin ajuda Damasco contra os rebeldes sírios e o DAESH. O Irã, financiando a milícia xiita libanesa Hezbollah, também entra no conflito ao lado de Damasco. Em meio ao avanço do DAESH, os curdos receberam armas estadunidenses e por terra, conseguiram conter o avanço do...

Nicholas J. Spykman e a Teoria do Rimland

  A Teoria do Rimland (Spykman) O Nicholas J. Spykman (1883-1943) nasceu na Holanda e foi radicado nos Estados Unidos. Spykman foi um importante geoestrategista da política externa estadunidense. Influenciado pela escola britânica, sobretudo à Teoria do Heartland, de Mackinder, desenvolveu a Teoria do Rimland – entorno da terra -, também intitulada de “Estratégia de Contenção”. O Spykman via os conflitos internacionais como algo permanente, marcando a visão de mundo da Guerra Fria. No cenário internacional, a visão de paz era condicionada à necessidade de tensão política, garantindo um “equilíbrio” e uma “estabilidade”. O “equilíbrio” e a “estabilidade” no espaço foram denominados de Rimland. Ou seja, a periferia do Heartland. Essa teoria do Spykman contradizia ao pensamento de Mackinder que afirmava que quem tem o domínio do pivô do mundo “a ilha mundial”, dominaria o mundo; e para o Spykman, “ao dominar o rimland, controlaria o mundo”. O rimland seria o espaço aonde...

Situação da guerra na Síria em março de 2020

  Parte: 1 A representação cartográfica do mapa da Síria é atual de março de 2020. Os conflitos no país se intensificaram após a Primavera Árabe (ou Revolução de Jasmins), iniciada na Tunísia em 2011, com o surgimento de vários grupos rebeldes contra o governo de Assad.   A Síria situa-se em situação de guerra às quais perduram desde 2012. Muitas das armas usadas por diferentes grupos rebeldes e jihadistas, foram enviadas e contrabandeadas no território sírio e com contribuição dos países ocidentais e envolvidos no conflito. É preciso compreender a área de atuação dos diferentes grupos, cada qual com seu interesse. A divisão do comando do território sírio mudou sua dinâmica desde o início dos conflitos.   Os Estados Unidos foram os primeiros a invadir o país à Oeste; norte; Leste; e sudeste sírio, em 2012, mandando reforços para grupos rebeldes sírios livres e depois mudaram sua tática, e, passaram a dá apoio aéreo – junto à coalizão com a OTAN - aos curdos ...

Situação do conflito na Síria

  O país vive uma guerra civil desde 2011. Os atuais conflitos acontecem próximos das fronteiras disputadas por diferentes agentes envolvidos no conflito. O governo sírio enfrenta intenso combate contra a HTS, em Idlib. A HTS é considerado um grupo jihadista moderado (ex al-Nusra) e tem apoio turco. Os turcos lutam contra o regime sírio e curdos. Os curdos ocupam o nordeste sírio e lutam contra os turcos, jihadistas e rebeldes sírios. Os intensos combatem continuam e células adormecidas do ISIS reaparecem nos desertos do país. No sudeste sírio há presença de milícias surgidas dos campos de refugiados controlados pelos EUA. Israel ocupa as colinas de Golã desde 1967. O governo de Assad, com ajuda russa, iraniana e de grupos paramilitares como o libanês xiita, Hezbollah, vem reconquistando território.   26 de outubro de 2020

Damasco acusa Washington de roubar petróleo na Síria

  É de conhecimento geral que, o país do Tio San têm em sua política externa, o velho hábito de roubar petróleo de países da África e do Oriente Médio. Em uma matéria da BBC, de agosto de 2019, trazia um balanço da queda na produção de barris (350mil)desde o início do guerra civil síria. Segundo a British Petroleum, o ano de 2018 resultou na produção de 24 mil barris de petróleo na Síria. Houve uma queda de 90% da produção de petróleo sírio diminuindo a receita. Essa queda ocorreu devido à presença de tropas estadunidenses em território sírio, ocupando vastas regiões petrolíferas, roubando o petróleo, portanto, acusa o presidente sírio, Bashar Al-Assad. O Kremlin entrou na guerra (2018) aliada à Damasco e com o objetivo de reconstruir os dutos de hidrocarbonetos dos país e expulsar os j!hadistas e rebeldes. No final de 2019, o Trump anunciaria a saída das tropas estadunidenses do país e deixaram somente 500 soldados para assegurar o controle das petrolíferas. No final...