O Islã político almeja um projeto de poder material terreno. Tem o objetivo de estabelecer a religião na sociedade, criar o Estado perante prática teológica e religiosa, nos preceitos da Sharia. Após a morte do Profeta Maomé, o islamismo se dividiu nas correntes islâmicas: sunitas e xiitas que se estendem às várias ramificações e correntes ideológicas dentro do islamismo, ao ponto de chegarem ao fundamentalismo religioso como o Takfirismo, Salafismo e o Wahabismo. Vários foram os movimentos de resistência islâmica contra os impérios Turco-Otomanos e colonizadores europeus, no mundo árabe, séculos passados. A corrente islâmica do Takfirismo, que em árabe significa “aquele que renega Deus”, é a das correntes mais radicais do islamismo. Os defensores da pureza no islã consideram hereges e infiéis todos que não seguem a linha wahabita. Sua militância impõe a “aquele que não se convertem ao islamismo deverá morrer”, indo contra os princípios islâmicos de liberdade religios...
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