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Perseguição chinesa contra os povos Uighurs

 

O povo uigure (Uighur) são muçulmanos de origem turcomana, praticam o islamismo e ocupam o noroeste chinês, na província de Xinjiang - independente no começo do século XX -, porém, tem mais ligações com os povos da Ásia Central. A região foi anexada à China em 1949. O Partido Comunista chinês incentivou a migração da etnia han, que em 2019, contava com 41% da população, contra 45% de uigures. Em Urumqi, capital da província, é de maioria han.

O movimento de independência ocorreu após a queda da URSS, em que, países como Tadjiquistão, Quirguistão e o Cazaquistão se tornaram ex-repúblicas soviéticas. Os separatistas atacaram a população han, as tropas de ocupação chinesa e os serviços públicos.

A população han ocupam os empregos públicos e boicotando a cultura uigure. A repressão chinesa começa a endurecer, contra os separatistas, e até mesmo, como todo o povo uigure. Cerca de 10 milhões de uigures estão sujeitos à perseguição do governo chinês.

Nos anos 1980, a China tinha incentivado os iugures lutarem na guerra do Afeganistão, contra os soviéticos, e em apoio aos mujahedins. Vários desses lutadores voltaram à China com o intuito de proclamar um Estado Uigure Islâmico.

Nos últimos anos, a província de Xinjiang está sob vigilância constante. Há denúncias de campos de concentração e trabalho forçado uigure que, também foram proibidos de: praticarem o islamismo; passaram por uma doutrinação forçada da cultura chinesa; aprendem a língua mandarim e não podem deixar a província sem autorização.

A descoberta de reservas de petróleo no noroeste chinês está nos planos de desenvolvimento da nova rota da seda. Os direitos humanos... Busque mais informações em outra fonte. Isso aqui foi um breve resumo.

 

 

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